1. Correntinha (corr)
O começo de quase toda peça: uma laçada puxada pela argola da agulha.
Seis pontos fazem quase todo o crochê. Veja cada um em movimento, com a agulha na mão direita ou na esquerda, e treine numa tirinha antes da primeira peça.
Nunca segurou uma agulha de crochê? Comece aqui: como segurar a agulha e o fio e fazer o nó corrediço →
O começo de quase toda peça: uma laçada puxada pela argola da agulha.
O mais baixo de todos: fecha voltas e leva o fio adiante sem ganhar altura.
Firme e fechado, o mais usado: amigurumis, bolsas, tapetes.
Entre o baixo e o alto: cresce depressa e fica encorpado.
Alto e maleável: mantas, quadradinhos e xales.
O mais alto dos básicos: duas laçadas e três puxadas.
Com eles você começa peças redondas, dá forma ao amigurumi e faz o primeiro square.
O começo das peças redondas: 6 pontos sobre uma argola que se fecha.
Dois pontos no mesmo ponto: a peça ganha um ponto.
Dois pontos fechados num só: a peça perde um ponto.
Dois pontos altos fechados juntos: duas hastes e um V só.
Grupos de 3 pontos altos e cantos de 2 correntinhas, em 3 voltas.
Receitas feitas só com os pontos acima, com a contagem de cada carreira ou volta.
Carreiras de ponto baixo até formar um quadrado: a primeira peça inteira.
Uma tira reta em meio ponto alto, do tamanho que a sua amostra disser.
Uma carreira só, repetida: pontos baixos entre correntinhas.
Dois quadrados de algodão unidos pela borda, com alcinha.
Anel mágico e cinco voltas de ponto baixo: um jogo para a mesa.
Um fundo redondo que vira parede: o primeiro cestinho.
Um fundo redondo e laterais que abrem junto com o vaso.
A primeira forma do amigurumi: aumentar, voltas iguais, diminuir e encher.
Uma tira canelada e uma costura que forma a torção.
Um retângulo canelado, costurado em tubo e franzido no alto.
Doze pontos a mais por volta, e uma borda que fica redonda.
Uma tira de ponto V com uma borla: pronta numa noite.
Um anel mágico, uma volta, e o coração se fecha.
Um miolo de 10 pontos e cinco pétalas de ponto alto.
Quatro squares iguais, unidos com uma costura lisa.
Um quadrado sem espaços, com quatro cantos que crescem juntos.
Seis cantos que crescem juntos, para unir em mantas e almofadas.
Um retângulo de ponto alto, costurado em tubo.
Dois retângulos costurados, com a abertura do polegar.
Dois retângulos e duas alças, tudo em ponto baixo.
Um topo redondo, laterais retas e uma aba que abre.
Pontos baixos sobre um elástico e um babado de ponto alto.
Vinte quadrados de ponto alto, unidos em tiras.
Um triângulo que cresce 6 pontos por carreira.
Uma tira de ponto baixo, costurada em volta do volante.
Três cores em listras de 4, 2 e 4 carreiras, repetidas dez vezes.
Uma tira de três carreiras com botão: pronta numa noite.
Uma faixa de meio ponto alto que abotoa pela alça.
Um fundo redondo e quatro cordões presos numa argola.
Um triângulo que cresce a partir da ponta, com duas amarras.
Um retângulo canelado, dobrado e costurado.
Dois painéis e quatro alças: o caimento se acerta nos laços.
Filé de casas cheias e vazias, com cinco losangos.
Um tubo que abre para baixo, com cós de elástico.
As tabelas para comprar agulha e fio, e as calculadoras: se a peça vai sair do tamanho da receita, quantos novelos comprar, quantos metros sobraram, quantas correntinhas para uma manta e a medida de um gorro para cada idade.
Milímetros, letras americanas e números ingleses, com o fio de cada agulha.
As categorias 0 a 7 desenhadas, com a agulha e a amostra de cada uma.
A sua amostra contra a da receita: o tamanho que a peça vai ter.
Os metros da receita, ou os novelos de outro fio, em novelos do seu fio.
A correntinha de base, as carreiras e o fio para a medida da sua manta.
Os metros que sobraram no novelo, pelo peso e pela etiqueta.
A cabeça, a volta, a altura e o topo do gorro, do bebê ao adulto.